16 de julho de 2004

Conclusão de desvio muda trânsito no Trevo da Seta

O trânsito na região do Trevo da Seta deve sofrer modificações até o final deste mês, com a liberação ao tráfego no desvio construído no trecho final da rodovia SC-405, revelou o gerente de Projetos Especiais do Deinfra, engenheiro Roberto Scalabrin. Segundo ele, na primeira semana deste mês, o Deinfra encaminhou ao Instituto Planejamento Urbano da capital (IPUF) projeto de sinalização provisória para a área e deu início à primeira etapa da pavimentação desse trecho. Com a liberação do desvio, os motoristas que fizerem o trajeto do Campeche e praias do Sul da Ilha em direção ao cCentro terão entrar à esquerda no desvio e depois ingressar à direita ingressarem na SC-401 e se dirigem ao centro da capital. Já os motoristas que fizerem o sentido inverso, centro-praias do Sul da Ilha, terão que prosseguir pela SC-401 e passar o Trevo da Seta, para ingressar ne desvio e chegar à rodovia SC-405 que leva ao Sul. O objetivo do desvio, de acordo com Scalabrin, é liberar o tráfego no trecho final da SC-405 até o Trevo da Seta para execução de obras de recuperação e alargamento da rodovia. Posteriormente, informou o gerente, o desvio sofrerá novas mudanças, para permitir então a execução de obras de recuperação e alargamento também na rodovia SC-401, que conduz ao aeroporto. O dirigente revela que o desvio que está sendo concluído integra o projeto da rotatória que vai ligar à Via Expressa Sul, mas depois de concluída a rodovia será usado apenas pelos motoristas que trafegam no sentido Centro-Sul da Ilha. “Esse desvio será usado apenas no sentido anti-horário, quem vier do Sul da Ilha em direção ao Centro vai ingressar direto da rodovia SC-405 na SC-401”, explicou. A conclusão da pavimentação do desvio, que estava prevista para ocorrer ainda em junho, de acordo com o engenheiro, sofreu atraso em função de alguns imprevistos na execução das obras. “Como a pavimentação vai passar em cima de duas adutoras da Casan, uma de 200 milimetros e outra de 75 milimetros, tivemos que fazer uma espécie de envelopamento para permitir a sua proteção e manutenção”.