As obras de construção da futura Policlínica do Sul da Ilha, localizada no Rio Tavares, ao lado do Terminal Integrado do Rio Tavares (Tirio), finalmente começam a sair do papel. As obras de nivelamento e início das fundações do empreendimento, a cargo da empreiteira Inex, vencedora de licitação, tiveram início em janeiro, com previsão de conclusão até o final de outubro deste ano, informou o chefe do Departamento de Saúde da Secretaria de Saúde municipal, Ramon Tartari. Orçado em R$ 1,26 milhão, o prédio terá três pavimentos, com uma área total construída de 1.955 metros quadrados. No térreo, terá sala de exama de raio-x, recepção para marcação de consultas, farmácia e lavanderia. O pavimento térreo, de acordo com o dirigente, será dotado ainda de um elevador convencional e outro para transportar pacientes em macas. O espaço abrigará também um posto do serviço pró-cidadão, que reúne no mesmo local todos os serviços prestados pela administração municipal. O primeiro pavimento, por sua vez, tem previsto um consultório de odontopediatria, dois de odontologia e um de traumatologia. Deve ter ainda salas de procedimentos de enfermagem, curativo séptico, curativo asséptico e de gesso, bem como um almoxarifado, sala de reuniões e de espera. O segundo piso da edificação deve abrigar oito consultórios: cardiologia, oftalmologia, dermatologia, tisiopneumologia, neurologia, gastroenterologia, urologia e otorrinolaringologia. Haverá igualmente sala de procedimentos de enfermagem, de exame ergométrico, de eletrocardiograma e de nebulização, assim como uma central de esterilização de materiais e sala de espera. O terceiro pavimento terá uma recepção, depósito de material de limpeza e de escritório e o setor administrativo. Todas as dependências vão possuir banheiros públicos masculinos e femininos, inclusive para pessoas portadoras de deficiência física. Conforme Tartari, a Prefeitura pretende adequar os consultórios para os atendimentos multiprofissionais. Quem se dirigir à policlínica terá acesso ainda aos serviços de fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição e psicologia. A arquiteta da Secretaria de Habitação, Vanessa Cardoso, que desenvolve o projeto da policlínica em parceria com a Secretaria de Saúde, calcula que serão necessários aproximadamente 40 funcionários para garantir o funcionamento da nova unidade. “Com isso, muita coisa que antes precisava ser feita no centro, até algo simples como tratar um braço quebrado, poderá ser resolvida na própria região”, arrisca a arquiteta. .
21 de março de 2006
