Enquanto o Campeche e região se ressentem da ausência áreas públicas de lazer e esportes para sua população, uma vasta área verde, situada em área nobre do bairro, está se transformando lentamente em lixão a céu aberto. É o que está acontecendo com o antigo campo da aviação do Campeche, pertencente à Base Aérea da capital, denuncia o professor Alcir Albano Martins, que reside no Rio Tavares, e costuma utilizar a área para fazer exercícios. “Faz algum tempo que percebi esse fenômeno, mas recentemente resolvei alertar para o problema, porque detectei muito lixo pontiagudo, cacos de vidro, que podem provocar algum acidente”, assinalou. “O campo está se transformando num local insalubre, sujeito à degradação, pois além das trilhas que cortam a área prejudicarem a vegetação com o tráfego de veículos, uma grande e variada quantidade de resíduos de origem doméstica, de construção e também comercial é depositada sem acondicionamento e expostos, comprometendo a segurança, o valor paisagístico do campo e o verdadeiro objetivo da área, que é servir de opção de lazer”, assinalou. Conforme o morador do Rio Tavares, a desova de lixo atinge várias áreas do antigo campo de aviação. Albano disse que contatou a Comcap, mas teve êxito na solução para o problema. “O máximo que consegui, após o envio de um ofício à Comcap, foi a doação de 50 sacos de 100 litros para coletar o lixo”, disse. O gerente do Departamento de Limpeza Pública da Comcap, Joaquim de Souza, informou que desconhecia o problema relatado pelo professor. O dirigente garantiu que vai providenciar a limpeza da área. “Hoje mesmo ou no mais tardar na segunda-feira vou mandar um caminhão lá”, afirmou Souza, por telefone, no dia 13/07.
28 de julho de 2006
