Se não bastasse a paralisação de 60 dias logo no início de sua construção, que comprometeu o cronograma original de conclusão, previsto para outubro passado, a policlínica do Rio Tavares teve o ritmo de suas obras reduzido drasticamente a partir da segunda quinzena de outubro. Parte dos operários teria inclusive sido remanejado do local, por causa da redução dos repasses de recursos para obra por parte da Prefeitura da capital, que enfrenta problemas de caixa por tabela, por conta de não repasses de verbas oriundas do governo estadual. Com isso, a edificação que já tinha sua previsão de conclusão adiada em cerca de cinco meses, para março do próximo ano, agora dificilmente ficará pronta antes de abril de 2007. A Secretaria Municipal de Saúde informa, contudo, através de sua assessoria de comunicação, que os trabalhos deverão voltar ao andamento normal a partir de janeiro, com perspectiva de serem acelerados para não haver novo adiamento na obra. Apesar desse vai-não-vai, o sócio-proprietário da empreiteira Inex, responsável pela construção, Gilberto Pereira, afirma que toda a superestrutura e parte de lajes estão concluídas. A policlínica é apontada pela Secretaria de Saúde como uma obra importante para facilitar o acesso da população do Sul da Ilha a consultas médicas. O prédio, que deverá funcionar ao lado do Terminal de Integração do Rio Tavares (Tirio), deverá abrigar diversos consultórios de especialidades médicas e serviço de pronto atendimento 24 horas. O projeto tem custo previsto de R$ 1,26 milhão. (Foto: Luís Prates/Divulgação/JC)
28 de novembro de 2006
