O prefeito da capital, Dário Berger, admitiu publicamente no final de março, durante a inauguração do novo posto de saúde do Campeche, que a futura policlínica do Rio Tavares, que já teve seu prazo de conclusão adiado por pelo menos três vezes, só deve mesmo ficar pronta no final deste ano, possivelmente antes do Natal. Todos os desembolsos para pagamento da empreiteira estariam equacionados, de acordo com a Prefeitura, inexistindo risco de novo atraso no cronograma da obra. Embora tenha denominação que remete a uma localidade específica, o futuro complexo terá abrangência regional, para todo Sul da Ilha. A unidade deverá atender principalmente casos de maior complexidade, que não puderem ser resolvidos nos postos de saúde. Berger informou, por outro lado, que pretende implantar, em local anexo à policlínica, a Secretaria Regional do Sul da Ilha, uma espécie de Pró-Cidadão regional, que vai abrigar diversos serviços de atendimento ao cidadão. Essa secretaria, conforme ele, vai abrigar a frota de máquinas e equipamentos para atendimento dos bairros locais, funcionando como uma super-intendência. O prefeito garante que, a princípio, as intendências locais deverão ser mantidas, mas ficarão subordinadas à entidade. O nome para o comando da secretaria ainda não está definido. “Pode ser alguém de fora ou da própria comunidade, desde que tenha qualificação e disposição para trabalhar”, avisou. O proprietário da Inex Engenharia, empreiteira responsável pelas obras de construção da policlínica, Gilberto Pereira, informa que atualmente a estrutura do prédio está sendo terminada e está sendo feita a alvenaria. Entre 15 a 20 pessoas trabalhariam atualmente na obra, em turno único. “Agora começou a andar legal”, comentou Pereira. O custo estimado do complexo de saúde regional é de R$ 1,2 milhão, sendo que prédio terá uma área total de 1.955 metros quadrados. (Foto: Luís Prates/Divulgação/JC)
2 de maio de 2007
