A segurança e conforto oferecidos para os usuários das três passarelas da Via Expressa Sul, na Costeira do Pirajubaé, estão com os dias contados. O Departamento Estadual de Infra-Estrutura (Deinfra), órgão responsável pela manutenção da rodovia e seus equipamentos, informou que estuda a não recuperação dos componentes das passarelas, que vem sendo freqüentemente alvo de ladrões e vândalos, por conta do alto custo da substituição das peças extraídas. Segundo o presidente do Deinfra, Romualdo de França, as passarelas já tiveram a cobertura recuperada por três vezes por causa de roubos e vandalismo, com um custo estimado em cerca de R$ 40 mil cada uma. Além dos populares, que costumam usar as passarelas para chegar à pista de caminhada, junto ao mar, as passarelas também são utilizadas pelos pescadores e ajudantes para acessar os ranchos de pesca localizados junto à orla. Para tentar pôr fim ao problema dos roubos e vandalismo, de acordo com França, a solução mais provável a ser adotada é a retirada definitiva de todas as coberturas das passarelas. Além do prejuízo com os roubos das peças, comenta ele algumas placas das coberturas ficam soltas após a ação dos ladrões, podendo ainda provocar acidentes com os pedestres. Com a adoção dessa medida, o conforto para os pedestres fazerem a travessia sob sol forte ou chuvas irá literalmente por água abaixo.
15 de abril de 2008
