30 de maio de 2008

Corte de antiga figueira provoca polêmica na região

O corte de uma antiga figueira que se encontrava do lado esquerdo do prédio da policlínica do Rio Tavares, realizado no início de abril pela Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram), causou indignação entre moradores e ambientalistas locais. A árvore, que segundo moradores mais antigos, seria quase centenária, acompanhou toda a obra da policlínica e chegou a ser usada até como abrigo por operários que trabalharam no local. Quando a obra ficou pronta, contudo, ela não foi poupada. A comunidade suspeita que o corte foi uma “limpeza” para acomodar o estacionamento do prédio. “Tratava-se de uma figueira de valor histórico”, assinala presidente da Associação de Moradores do Campeche, Ataíde da Silva. O superintendente da Floram, José Carlos Rauen, garante, contudo, que a árvore estava apodrecida e teria caído de forma natural, só então sendo retirada. O dirigente disse que técnicos da Floram já estariam projetando o plantio de sete outras figueiras naquela área como compensação à retirada da velha figueira. (Foto: Luís Prates/Divulgação/Arquivo/JC)