24 de março de 2009

Sai edital para obra de viaduto no Trevo da Seta

A Prefeitura e o governo estadual lançaram no dia 17 de fevereiro o edital de licitação para contratação da futura obra do viaduto do Trevo da Seta, em cerimônia realizada no centro comunitário da Fazenda do Rio Tavares, prestigiada pela presença do governador Luiz Henrique da Silveira, além do prefeito Dário Berger. Durante o evento, o prefeito reafirmou que a obra ‘é prioridade número um de seu governo”. A Prefeitura acredita que a licitação tenha um desfecho no prazo de 60 dias (caso não haja conflito entre as concorrentes), lá por meados de abril, permitindo em seguida o início das obras físicas no local. Considerada vital para desafogar o tráfego na região, paralelamente à obra da terceira pista na rodovia SC-405, a obra deve ficar pronta até novembro deste ano, conforme projeções da Prefeitura. A edificação está orçada em R$ 15,4 milhões, valor que deverá ser custeada integralmente com recursos do governo estadual. Desse total, R$ 3 milhões estão previstos para as desapropriações de áreas no entorno da obra. O presidente do Deinfra, Romualdo França Júnior, diz que ainda não estão estabelecidas quais áreas precisarão ser desapropriadas. Apesar disso, alguns donos de imóveis já estão de cabelos em pé com a situação. Um deles é o chaveiro Luiz Carlos Felix, nativo do local, que reside há 55 anos nas imediações do Trevo da Seta. “Já tive que me mudar na época da construção da Via Expressa Sul e agora terei que sair de novo; só espero que eles me paguem o mínimo para mim me transferir para outro local nas mesmas condições”, comentou. O projeto do viaduto (tecnicamente é viaduto e não elevado) prevê 145 metros de extensão e quatro pistas. Cada uma medirá, de acordo com o projeto, 9,30m de largura. Duas pistas serão em sentido ao sul e as outras para o centro. A altura do viaduto será de 5,5 metros. Atualmente, a Via Expressa Sul tem um movimento de 30,8 il veículos por dia. Estimativa da Prosul, empresa que realizou o projeto do viaduto, aponta que em 2020 o fluxo no local será mais de 50% maior que o atual. (Foto: Mauro Vaz/Divulgação/JC)