16 de dezembro de 2009

COLUNA DO ALAN: Erasminho comemora aniversário com festança no Ribeirão

Alan Monteiro/Especial JC

Aniversário
Foi uma grande festa do empresário Erasmo Antunes Filho, o Erasminho, do Ribeirão, pessoa querida. A festa foi muito concorrida, muita gente convidada, muitas não convidadas, mas é assim mesmo. Docinhos “a reveria”, bolo de chocolate e muita Original geladíssima. Dos convidados, só elogios. Parabéns! Informou a Casa Branca. (Não adianta que eu sempre descubro…)

A onda
No dia 19 de novembro, Dia de São Roque, aconteceu na comunidade do Pântano do Sul algo nunca visto. Lá pelas cinco e meia da tarde, após um grande vento sul, onde todo mundo saiu da praia e foi para suas casas, de repente, surgiu do nada, uma grande onda. “Meu Deus da minha alma! Veio comendo, comendo, comendo, comendo tudo, costão abaixo”, relembra dona Lucia, moradora do costão. A Zana da Ema, quando abriu a sua janela disse: “Nós vamos morrer.”. Mas a onda quebrou na beira da praia e subiu até a antiga venda do Seu Alípio, do Cândido, virando muitas embarcações, carros, e invadindo bares, deixando todo mundo apavorado, inclusive alguns turistas. Foi notícia no mundo todo. “E quando vier o próximo vento sul, já temos que estar preparados”, disse o pescador Leca. Segundo Vó Ilda, benzedeira mais antiga do nosso lugar, seu pai sempre dizia: “Quando o urubu dobra, boa coisa não vem”. Será que o seu Mané Brandão tem razão: “Que um dia o mar do Pântusul batia na praia da Armação”?!! Eu acredito.

A pazada
O Nivaldo, filho do Altino, do Sertão do Peri deu uma pazada nas costas do Reni, que quase matou o rapaz. Silvana, sua mãe ficou apavorada . O fato aconteceu no dia em que, enchendo uma laje na Armação, Reni que estava pilotando a betoneira foi sacudir a sandália que lhe estava incomodando porque estava cheia de areia. Sacudindo, sacudindo várias vezes e segurando a betoneira. Nivaldo pensou que ele estava levando um choque elétrico, então pegou a pá e “carcou” nas costas do pobre do Reni, pra separar da betoneira. Este caiu desmaiado e foi parar o HU. Diz ele que nunca mais prestou das costas. A laje até hoje não ficou pronta e o Reni nunca mais convida Nivaldo para encher uma laje. Também, depois dessa!

10 anos da CAISC
A Casa dos Açores da Ilha de Santa Catarina, CAISC, é uma das 11 Casas que existem onde há açorianos ou descendentes fora do Arquipélago. Sem fins lucrativos, a CAISC foi fundada em 1999 e congrega pessoas interessadas e envolvidas com a cultura açoriana. O jantar de comemoração dos seus 10 anos de fundação aconteceu no dia três de dezembro, no Lira Tênis Clube. A diretoria, os associados e convidados estão de parabéns. Na grande noite as atrações foram: Jorge Coelho, músico catarinense, Banda Marquinhos Musical e destaque para o músico português Mário Moita, que canta fado ao piano. No evento o jantar ficou por conta do famoso Debiga’s. Foi uma verdadeira festa portuguesa, com certeza!

DIRETO DA FONTE
DIDI da Maria Jovita, aposentado com a conta bem recheada, graças a Deus, toda vez que vai pescar em alto mar passa no Bar do Arante para pedir algumas laranjas. Diz o meu velho pai: “Será que ele pensa que eu tenho um laranjal atrás de casa?”. Vai comprar laranja Didi, pede pra Chiquinha.
MEU irmão Maído disse um dia no bar do Galetinho: “Abaixo de chuva miúda tá bom pra ir pras três pedras com meia dúzia de ovo cozido”. Adeus praia. Tchau estiva.
VILAMIL, da Beth, comprou um Logan. Quem informou foi o Neri Honorato. Deixa Neri, pra isso ele trabalha! Não é como tu, um mandrião desse.
DONA Nica, da Maria Neném, o povo quer saber que dia que vai sair o tal do galo ensopado. Será que é para o ano que vem?
APÓS a grande onda, foi vista num bar na praia do Pântano do Sul, a filha da Picurrucha, do Ari, da Fazenda do Rio Tavares, com seu namorado Sérgio. Como dizia o Seu Heleno, “Faz que morre, faz, fecha o olho”. Hahaha.
NO MERCADO Hiperbom estavam as três viúvas, Maria do Artur, Nica do Nezinho e Bernadete do Português. Passou uma amiga minha e disse: “Vê, vê o que não tá saindo”. Olha, deixa de tá calada…
FALECEU no final de novembro o tio Domingos, morador do Cacupé, que em uma festa em Canasvieiras, queria casar com a Miriam do Mané Gerônimo. Miriam passou uma “descompostura” nele. Vai com Deus, tio Domingos e deixa a Miriam em paz.
DIA desses, chegando no Sul da Ilha de Monza, muito bem encerado, a dupla Neno e Zodel, amigos da Armação. Que pena que o Dedé não foi convidado para o aniversário do Vadinho da Inácia.
ARLETE da Ivone, no seu dia de aniversário, baixou o santo! Quem acudiu foi a Ivonete, que me informou o causo. A aniversariante passa bem. Iemanjá que a proteja!
VAI com Deus, amigo King. Siga em paz. Informou o Miguel Mariano.
GERMANO, quem quer falar contigo é a mulher do Trevo do Ribeirão. Vai pintar o trevo, rapaz!
SEGUNDO Ada, do Lima e sua cunhada Graça, já está pronto o projeto da barraca de virada de ano na praia do Pântano do Sul. Com camarotes e tudo. Tô dentro!
E A COLUNA termina com um forte abraço a todos, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo! Até o ano que vem, se Deus quiser. (Colaboração: Kátia Lorenzon Vieira)

LEGENDA FOTO: Todo prosa, Murilo Mariano, assíduo colaborador desta coluna, escancara o sorriso ao lado da bela empresária Mara, no Pantusuli
(Foto: Divulgação/JC)