Angelo Poletto Mendes/Redação JC
Projeto no Mirante
Veio à tona recentemente, divulgado em rede social por um canal informativo local, polêmico projeto de reestruturação do tradicional Mirante do Morro das Pedras, no Sul da Ilha. A obra prevê amplo passeio, em recorte do morro detrás, e até ciclovia, num espaço restritíssimo. Apesar das loas que sustentam a postagem, a reação predominante é de reticência à obra. ‘Deixem o Sul da Ilha em paz, pelo amor de Deus!’, desabafou uma leitora. ‘Enquanto isso, mais de 90% (sic) da Ilha continua sem saneamento básico; tá na hora de ver o que é melhor para Floripa, ao invés de encher linguiça’, protestou outro.
Ilha do Campeche
Na primeira temporada sob nova gestão, agora municipal, e o segundo após a introdução de exigências tecnicistas (uso de aplicativo para compra de ingresso) despencou a visitação à Ilha do Campeche. Conforme dados da Prefeitura, somente nos meses de dezembro e janeiro a Ilha registrou cerca de 10 mil visitantes a menos que no mesmo período da temporada anterior. O resultado é, no entanto, visto como positivo pela gestão municipal e atribuído ao sucesso das medidas de fiscalização e preservação adotadas na unidade de conservação. (Foto: Allan Carvalho/PMF/Divulgação JC).
Morro das Pedras
Frequentadores da praia do Morro das Pedras reclamam que pedaços de mourões destruídos, arames, resíduos de alvenaria e ferragens em geral ainda infestam trecho de praia junto às dunas, contíguo à área de condomínios, fruto da última maré alta que castigou a região. ‘Está muito complicado e perigoso para os banhistas, especialmente as crianças’, reclama a aposentadora Maria Carmen, moradora do Alto Ribeirão e frequentadora da praia do Sul da Ilha. Segundo ela, o problema é recorrente, apesar das reclamações às autoridades.
Travesssa da Liberdade
A Prefeitura da capital anunciou, no final de janeiro, a retomada das obras de pavimentação de último trecho pendente na Travessa da Liberdade, paralela a Avenida Pequeno Príncipe, no Campeche. Com previsão de conclusão em seis meses, ao custo de R$ 614mil, contempla drenagem e pavimentação em lajotas numa extensão de 405 metros entre a Rua do Gramal e Servidão Nova Esperança, finalizando a pavimentação integral da rua, que tem no total 628 metros de extensão.
